Tagged: wikis RSS

  • Fernando 11:13 am on August 28, 2008 Permalink | Reply
    Tags: Apresentações, Madame Tussauds, , wikis   

    Plantar a semente dos Wikis 

    Ontem fiz uma pequena apresentação à minha equipa sobre Wikis. O objectivo não era que fosse uma formação sobre Wikis, era apenas para plantar a semente. A mensagem principal foi “é possível trabalhar de outra forma. As coisas não precisam ser feitas como serem foram.”

    O wiki, e a filosofia de colaboração e partilha que o sustenta, na minha opinião é uma das inovações na gestão da informação e conhecimento mais importantes dos últimos tempos.

    Aqui fica a apresentação. E sim, sou eu no meio dos Beatles no Madame Tussaud de Londres. Durante a apresentação original em PowerPoint, quando esse slide aparece, ouve-se a música de onde a frase é extraída. Acho que é a primeira vez que numa reunião se ouve música dos Beatles. E esse feito já ninguém me tira! :)

    Algumas das ideías aqui apresentadas têm como origem as apresentações e o livro do Stewart Mader, um dos melhores speakers na área.

     
  • Fernando 2:25 pm on July 3, 2008 Permalink | Reply
    Tags: , , Tate Modern, , wikis   

    Ainda o “The knowledge Forge” 

    The Turbine Hall.

    Image via Wikipedia

    Desde 2ª feira que ando a pensar na apresentação que o Mark Berstein fez no “The new knowledge Forge”. Na altura não fiz qualquer comentário e tenho pena de não o ter feito. Não tive coragem para o fazer. A sala estava cheia de gente e a verdade é que tive vergonha de falar.

    Mas o que gostaria de lhe ter dito é que ao assistir à  sua apresentação tive a mesma sensação que tive quando fui visitar o Tate Modern em Londres. Adorei cada minuto, mas na altura acho que devo ter percebido 10% do que estava a ver. Mas o que é mais curioso é que do que me lembro melhor (já visitei o Tate há quase 5 anos), são as coisas que me puseram a pensar o que raio eram ou o que queriam representar.

    Com a intervenção do Mark a sensação é a mesma. O seu estilo pouco ortodoxo (fazia um movimento em que lançava a pélvis para a frente, junto com um pequeno saltinho sempre que queria reforçar uma ideia e franzia o queixo como se estivesse a segurar num cachimbo), mas empolgante, a apresentação não linear e com uma  narrativa de ideias fragmentadas (como a Web e os seus links?…), deixou-me a pensar.

    Gostei particularmente de duas coisas:

    Why do we reed Diaries (as in Web Logs)? They didn’t know how it would all turn out.

    De facto acho que este é o que mais me atrai nos Blogs. Não obedecem a um script prédefinido, mas mais importante (porque eu também não sei o que vai acontecer numa telenovela, por exemplo), é que essa ausência de enredo pré-definido é também válido para o protagonista. Quem escreve também não conhece o desfecho do seu argumento, da sua própria vida. Só pode ir contando, comentando o que lhe acontece e planear o futuro que mais gostava que acontecesse. Mas sem garantias que de facto vá acontecer.

    A outra coisa que também me pôs a pensar foram as suas “Questions of Social Software”:

    • If we can depict anything, what is worth seeing?
    • If we can say anything, is anything worth saying?
    • Family, fraternity, class: what is our circle?
    • Narrative, causality, fate, and chance.

    Nesta rede de alcance quase infinito (para mim é infinito, porque nunca vou conseguir chegar ao seu fim no meu tempo de vida…), acho que tudo vale a pena ver e tudo vale a pena dizer, porque é o nosso próprio reflexo. Quando mostro uma fotografia ou escrevo a coisa mais banal do mundo, isso para mim é importante, se não for para mais ninguém é para mim. E escrevemos para nós, ou eu escrevo para mim, para me divertir e refletir sobre coisas que gosto. E qual é o nosso círculo, a nossa rede? Ainda é finita, mas o potencial é de ser infinita. De acaso em acaso (leio um post de quem gosto que por sua vez comenta um post de alguém que gosta, que tem um link para um Blog de uma pessoa que não conhece mas admira,…), a minha rede de ligações fracas mas fortes porque partilhamos os mesmos interesses vai crescendo em número e em influência. Influente porque pode mudar as minhas opiniões e interesses à medida que vou sendo exposto a ideias e novidades que as pessoas que formam essa rede me “mostram”.

    Interesting indeed!

    Zemanta Pixie
     
c
compose new post
j
next post/next comment
k
previous post/previous comment
r
reply
e
edit
o
show/hide comments
t
go to top
l
go to login
h
show/hide help
esc
cancel