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  • Fernando 10:00 am on September 10, 2008 Permalink | Reply
    Tags: Amor,   

    Provas ciêntificas que o Amor é cego. Mas alguém tinha dúvidas? 

    Li um artigo interessantíssimo sobre o amor. O sumário é o que se segue e basicamente diz-nos com provas ciêntificas aquilo que há muito sabiamos: o amor é cego é sabe muito bem!

    Romantic and maternal love are highly rewarding experiences. Both
    are linked to the perpetuation of the species and therefore have a
    closely linked biological function of crucial evolutionary importance.
    Yet almost nothing is known about their neural correlates in the
    human. We therefore used fMRI to measure brain activity in mothers
    while they viewed pictures of their own and of acquainted children, and
    of their best friend and of acquainted adults as additional controls. The
    activity specific to maternal attachment was compared to that
    associated to romantic love described in our earlier study and to the
    distribution of attachment-mediating neurohormones established by
    other studies. Both types of attachment activated regions specific to
    each, as well as overlapping regions in the brain’s reward system that
    coincide with areas rich in oxytocin and vasopressin receptors. Both
    deactivated a common set of regions associated with negative emotions,
    social judgment and ‘mentalizing’, that is, the assessment of other
    people’s intentions and emotions. We conclude that human attachment
    employs a push- pull mechanism that overcomes social distance by
    deactivating networks used for critical social assessment and negative
    emotions, while it bonds individuals through the involvement of the
    reward circuitry, explaining the power of love to motivate and
    exhilarate.

    O link para o artigo completo, aqui.

     
  • Fernando 10:00 am on September 6, 2008 Permalink | Reply
    Tags: , , Humildade, Jerry Seinfeld,   

    Nunca se levem demasiado a sério: uma lição de humildade com Jerry Seinfeld. 

    Seinfeld_comedian

    To become truly great, one has to stand with people, not above them.” Charles de Montesquieu

    Uma das coisas que menos gosto de fazer é ter que aturar pessoas que acham que sabem tudo e que se levam demasiado a sério. A minha Mulher diz que há pessoas que sofrem de professorite aguda. É uma doença que ataca algumas pessoas que acham que têm tudo a ensinar aos outros, e nada a aprender.

    Sofrer de professorite aguda é a melhor maneira de não aprender nada com os nossos fracassos. Fica-se a pensar que a culpa é sempre exterior a nós.

    Por isso admiro muito as pessoas que depois de chegarem ao topo do mundo, continuam a pedir por feedback e a olhar para o que os outros fazem para aprender e evoluir ainda mais.

    Há pouco via uma entrevista do Steven Spielberg em que ele dizia que as primeiras duas semanas de cada filme que faz, são passadas a pôr toda a equipa à vontade e quase que a obrigar que todos participem com ideias e sugestões. Por causa do incrível sucesso que ele alcançou, as pessoas simplesmente não lhe dão palpites, acham que ele já sabe tudo. E ele percebe que apesar do sucesso, ainda tem muito que aprender e evoluir.

    Jerry Seinfeld

    Se há pessoa no mundo do espectáculo que soube sair na altura certa, foi o Jerry Seinfeld. Depois de 10 anos com o programa mais visto da TV americana, saiu quando achou que não ia conseguir continuar a escrever com a mesma qualidade que tinha até então. Podem dizer que já tinha o dinheiro suficiente para não se chatear mais, mas quantos é que não se arrastam até alguém os empurrar para a obscuridade?

    Depois de terminada a série de TV, Seinfeld tenta regressar ao circuito de Stand Up, onde tinha crescido artisticamente. Este Jerry Seinfeld – Comedian, retrata esse período.

    O filme já tem cerca de 5 anos (é de 2002), e não é muito fácil de arranjar – na Amazon UK só tem uma versão da Região 1, mas hoje em dia quase todos os DVD’s são multi-região. O torrent também se arranja, mas demora algum tempo a terminar.

    O filma mostra o período em que o Seinfeld volta à estrada, aos pequenos clubes, para preparar o seu regresso em palcos maiores (chegou a substituir a Celine Dion em Las Vegas, para plateias de mais de 10 mil pessoas).

    Vemos o processo de escrita e de teste ao novo material. Vemos o Seinfeld a actuar uma e outra vez, sem desistir, mesmo quando alguns dos espectáculos não correm tão bem. O que é fantástico para quem tem a fortuna pessoal que o homem tem. Numa cena vemos ele a tentar encontrar um Clube ainda aberto e diz “Podia estar em Bora Bora, neste momento!”. Mas não desiste.

    Um dos aspectos mais curiosos e educadores do filme (e que me motivou a escrever este texto), é que o vemos sempre a olhar e a ouvir os outros comediantes que encontra nos clubes, para aprender, ver o que resulta, que novidades existem, que técnicas estão mais actuais. E apesar de não lhe agradar muito, reconhece que nem sempre as actuações lhe correm bem.

    Para uma estrela do tamanho do Jerry Seinfeld, é uma lição de humildade notável.

     
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