Os ‘x’ melhores albuns dos últimos ‘y’ anos ou Que saudades da Tubitek e do Rui Kid
Eu tinha 15 anos e pouco dinheiro para comprar discos. Comprava-os todos na Tubitek, ali na praça D. João I no Porto, aconselhado pelo empregado mais cool que alguma vez existirá numa loja de discos: Rui Kid, futuro vocalista duma banda fantástica banda chamada The Fire, que se prepara para lançar um novo disco. Passem no mySpace deles para ouvir a música e conhecer a Banda.
Dizia eu que o dinheiro não era muito e por isso os discos tinham que ser bem escolhidos (ou deviam, porque comprei alguns que mais valia ter estado sob o efeito de alucinogéneos, para ter uma boa desculpa…). Um dos escolhidos foi o “Appetite for Destruction” dos Guns’n'Roses. O vinil que comprei vinha com a capa original, que depois viria a ser censurada e substituída pela clássica cruz com as 5 caveiras a representar cada um dos membros originais dos Guns.
Devo ter ouvido este disco milhares de vezes, ao ponto de saber todas as letras de trás para a frente. Naquela altura ouvia discos. Deitava-me no chão do meu quarto, a ler a sleeve do disco e a ouvir uma e outra vez todas as músicas.
Porque é que me lembrei disto hoje? Não faço ideia, mas acordei a cantar o “Welcome to the Jungle” e por isso estive todo o dia a ouvir o disco novamente.
Uma curiosidade palerma: no último filme da série Dirty Harry do Clint Eastwood (The Dead Pool), a história gira em torno de um psicopata que tem como alvos uma série de celebridades. Um deles é Johny Squares, um músico rock que canta “Welcome to the Jungle” logo no ínicio do filme. Este cantor é interpretado por um actor chamado James Carrey, nada mais nada menos que Jim Carrey, o futuro The Mask e Ace Ventura, ainda no início da carreira.
Nota: o ‘x’ e o ‘y’ do título é porque ainda não sei em quantos álbuns vou falar e de que período de tempo. Assim ficam variáveis, para verem que a matemática não é assim tão complicada.
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Guns'n'Roses - Chinese democracy | Ferramentas da Qualidade: Diagrama Ishikawa, Pareto, Lean Manufacturing, Lean Six Sigma, Brainstorming, etc. 3:59 pm on November 28, 2008 Permalink |
[...] altura em que a música tem um impacto em nós como nunca volta a ter, descobri uma banda chamada Guns’n’Roses. Aquele álbum de estreia com um apetite pela destruição do convencional e das barreiras numa [...]
nunokid 10:54 pm on May 14, 2009 Permalink |
oi tudo bem eu conheco muito bem essa banda ………k saudades dos fire
gostava de saber onde eles param um abraco
Umbelina 9:42 pm on August 26, 2009 Permalink |
Pois a TUBITEK era mesmo a MELHOR discoteca do Porto! Que saudades das tardes lá passadas a ouvir música e a descobrir coisas fantásticas!
Maia Stone 2:22 am on October 3, 2009 Permalink |
Na realidade, Tubitek era o Mausoleu
Aqui se procurava, e aqui se encontrava
O Sr Vitor Silva, o dono, pode regressar, já lhe perdoamos a traição de ter fechado…
Ja era bom como funcionario da Philcolandia (na zona) mas com a TUBITEK era o espectaculo
dos meus quase cerca de 6.000 albums de vinil, poucos foram os que nao foram comprados, ou mesmo oferecidos por ele.
Aquilo sim era comercio tradicional.!
Miguel 11:24 am on June 29, 2010 Permalink |
Lembro-me de me meter no comboio em Barcelos com o meu amigo Marcos para ir à Tubitek comprar discos de metal. Foi lá que comprámos discos como o “Arise” dos Sepultura e King Diamond. Lembro-me também que bastava dobrar a esquina e tínhamos logo ali a Bimotor onde também chegámos a comprar um ou outro album…já lá vão à vontadinha uns 17 anos…